EFICIÊNCIA DAS ENZIMAS AMILASE, PROTEASE E XILANASE SOBRE O DESEMPENHO DE FRANGOS DE CORTE

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  EFICIÊNCIA DAS ENZIMAS AMILASE, PROTEASE E XILANASE SOBRE O DESEMPENHO DE FRANGOS DE CORTE DELMA MARIA TORRES 1  ANTONIO SOARES TEIXEIRA 2  PAULO BORGES RODRIGUES 2  ANTONIO GILBERTO BERTECHINI 2  RILKE TADEU FONSECA DE FREITAS 2 ÉDER CLEMENTINO DOS SANTOS 3   RESUMO –   Conduziu-se este experimento com o obje-tivo de verificar o efeito de um complexo multienzimá-tico que possui atividades de amilase, protease e xilana-se, adicionado a dietas à base de milho e soja, sobre o desempenho de frangos de corte. Foram utilizados 819  pintos de corte, distribuídos em 13 tratamentos, com três repetições e 21 aves por parcela com delineamento inteiramente casualizado, em fatorial 3 x 2 x 2 + 1. Os tratamentos estudados foram: dietas à base de milho + farelo de soja com níveis normais de nutrientes sem en-zimas e mais 12 tratamentos com níveis normais e re-duzidos (3% na fase de crescimento e 5% na fase final) de energia e/ou proteína, com adição de 0,5, 1,0 e 1,5 g/kg de dieta do complexo multienzimático. A signifi-cância estatística foi avaliada pelo teste de Tukey. Os  parâmetros avaliados foram: ganho de peso (GP), con-sumo de ração (CR), conversão alimentar (CA), índice europeu de eficiência produtiva (IEEP), rendimentos de carcaças (RC) em relação ao peso vivo e teores de gordura abdominal (GA). Pelos resultados, verificou-se melhoria no desempenho zootécnico das aves devido à aplicação de enzimas, constatado pelo aumento do GP e melhoria na CA aos 28 dias de idade, quando foi adiciona-do 1,0 g/kg de enzima na dieta, influenciando o IEEP. Aos 42 dias de idade, a adição de enzimas não influenciou o IEEP, os RC e nem os teores de GA dos frangos. TERMOS PARA INDEXAÇÃO:  Enzimas, frangos de corte, farelo de soja e milho. THE EFFICIENCY OF AMILASE, PROTEASE AND XILANASE ON BROILER CHICKEN PERFORMANCE ABSTRACT –   This experiment was undertaken to determine the effect of one multienzimatic complex by using amilase, protease and xilanase suplemented in the corn and soybean meal based diets on the  performance of broiler chickens. Eight hundred and nineteen broiler chicks were utilized. The chickens were distribuited in a 13 (thirteen) treatments with three replicates and 21 chickens in a plots . The experimen was in a completely randomized bock design, in a 3 x 2 x 2 + 1 additional factorial. The treatments studied were: corn + soybean meal-based diets with normal levels of nutrients without enzymes and others 12 treatments with normal and reduced levels (3% in the growth phase and 5% in the final  phase) of energy and/or protein, with addition of 0.5; 1.0 and 1.5 g/kg of diet of the multienzimatic complex. The parameters evaluated were weight gain, feed intake, feed conversion, european productive efficiency index, carcass yield and abdominal fat yield. The results showed better performance for those broiler fed diets suplemented with enzymes, wich shown increase of the weight gain and improvement in the feed conversion at 28 days old maily for diets with 1.0 g/kg of enzyme as well as for the european productive efficiency index. Therefore broilers at 42 days old , the addition of enzymes in the diets shown no effects on european productive efficiency index, carcass yield as well as the abdominal fat yield in the chickens. INDEX TERMS:  Enzimes, broiler, corn, soybean meal. 1. Professora da Escola Agrotécnica Federal de Crato, CE, delma@navinet.com.br 2. Professores do Departamento de Zootecnia da UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS/UFLA – Caixa Postal 37  – 37.200-000 – Lavras, MG. 3. Professor da Escola Agrotécnica Federal de Inconfidente/MG – Doutorando – DZO/UFLA.   Ciênc. agrotec., Lavras. V.27, n.6, p.1401-1408, nov./dez., 2003 1402 INTRODUÇÃO Grandes avanços ocorreram na avicultura nas últimas décadas e, diante dessa evolução, os nutricio-nistas esforçam-se na busca de alternativas que tornem  possível a formulação de rações mais eficientes e eco-nômicas, uma vez que a alimentação constitui o item de maior custo na produção do frango de corte. Desde a década de 1940, usam-se aditivos nas rações visando a melhorar o desempenho das aves. As enzimas digesti-vas exógenas têm sido uma alternativa, pois sua com- provada eficiência em dietas à base de cevada (JENSEN et al., 1957; WILLINGHAM et al., 1959; ARSCOTT e ROSE 1959; WHITE et al., 1981; CAMPBELL e CLASSEN, 1984; HESSELMAN e ÄMAN, 1986; JEROCH et al., 1988; BRUFAU et al., 1993) estimulou seu uso em rações contendo outros ingredientes. A suplementação com enzimas exógenas nas dietas melhoram a eficiência de produção das aves pelo aumento da digestão de produtos de baixa qualidade e redução da perda de nutrientes nas fezes, sendo possí-vel baixar os níveis nutricionais da dieta com possíveis vantagens econômicas. Entretanto, pouca atenção tem sido dada às matérias-primas básicas para rações avíco-las, como o milho e a soja, quanto ao uso de enzimas, embora o uso de ingredientes como aveia, centeio, ce-vada, trigo e triticale já tenha sido pesquisado há al-guns anos (ARSCOTT e ROSE, 1959; ELWINGER e SATERBY, 1987; BEDFORD et al., 1991; BRENES, 1993; FLORES et al., 1994). Os cereais, que são os principais componentes das dietas das aves, apresentam em suas paredes celula-res carboidratos complexos classificados como PNA, que são macromoléculas de polímeros de açúcares sim- ples (monossacarídeos) unidos pela ligação glicosídica formada por um grupo hemiacetal de um açúcar, um grupo hidroxila de outro, e apresentam baixa digestibi-lidade. Os monogástricos não têm capacidade enzimá-tica de digerir celulose, arabinoxilano, beta-glucanos,  pectinas, entre outros, chamados de polissacarídeos não-amiláceos (BEDFORD, 1996). A soja contribui com mais de 70% da proteína em dietas avícolas, mesmo contendo quantidades elevadas de substâncias pécticas na estrutura de sua parede celular. Objetivou-se com o presente trabalho verificar o efeito da adição de um complexo multienzimático com atividades de protease, amilase e xilanase em dietas à  base de milho e soja, sobre o desempenho de frangos de corte, avaliando ganho de peso, consumo de ração, conversão alimentar, índice europeu de eficiência pro-dutiva, rendimentos de carcaças e teores de gordura ab-dominal aos 28 e 42 dias de idade das aves. MATERIAL E MÉTODOS O experimento foi conduzido no Setor de Avicultura do DZO/UFLA, município de Lavras- MG, a uma altitude de 910 metros e temperatura média anual de 19,4º (BRASIL, 1992), com duração de 42 dias. Fo-ram utilizados 819 pintos de corte da linhagem Hubbard com um dia de idade, vacinados contra doença de Marek e Bouba Aviária, alojados em galpão de al-venaria, com piso de concreto e telhas de cimento-amianto construído na orientação leste-oeste. A ração e a água foram fornecidas à vontade, sendo utilizada iluminação constante (24 horas) e as  pesagens dos animais realizadas semanalmente. Utili-zaram-se três tipos de rações segundo Rostagno et al. (1996) (Tabela 1), conforme a fase de criação. Os tra-tamentos estudados foram: dietas à base de milho + fa-relo de soja com níveis normais de nutrientes sem adição de enzimas e mais 12 tratamentos com níveis normais e reduzidos (3 % na fase de crescimento e 5% na fase final da criação) de energia e/ou proteína, com adição de 0,5; 1,0 e 1,5g/kg de um complexo multienzimático (composto  pelas enzimas α  - amilase (2000U/g), protease (6000U/g) e xilanase (800U/g),) recomendado para a espécie avícola em dietas de baixa viscosidade, como o milho e a soja. O delineamento foi inteiramente casualizado, em fatorial 3 x 2 x 2 + 1 adicional correspondendo a três níveis de enzimas, dois níveis de proteínas, dois níveis de energias e mais um tratamento testemunha sem enzimas, totalizando 13 tratamentos, com 3 repeti-ções constituindo 39 parcelas com 21 aves cada uma. As análises estatísticas foram realizadas por meio do software SISVAR (Sistema de Análise de Variân-cia de Dados Balanceados) desenvolvido por Ferreira (1998). As médias do adicional e do fatorial foram comparadas pelo teste F, sendo feito desdobramento quando significativo. As médias dos níveis de enzimas foram comparadas pelo teste de TUKEY (P< 0,05). Os parâmetros avaliados foram ganho de peso (GP), consumo de ração (CR), conversão alimentar (CA), índice europeu de eficiência produtiva (IEEP), rendimentos de carcaças (RC) e teores de gordura abdominal (GA). As aves de cada parcela foram pesadas sema-nalmente para avaliações de ganhos de peso semanais, sendo considerado para análise estatística o ganho de  peso diário das aves. A balança usada apresentava ca- pacidade para 150 kg e precisão de 100 g.   Ciênc. agrotec., Lavras. V.27, n.6, p.1401-1408, nov./dez., 2003 1403 TABELA 1    –   Composição das dietas experimentais. Fase de crescimento (22 a 35 dias) Fase final (36 a 42 dias) Ingredientes Unid. Ração 1 Ração 2 Ração 3 Ração 4 Ração 1 Ração 2 Ração 3 Ração 4 Milho triturado Kg 59,245 61,205 61,425 63,375 58,91 62,07 62,65 65,82 Farelo de soja Kg 33,52 31,87 33,16 31,51 32,48 29,80 31,86 29,18 Fosfato bicálcico Kg 1,68 1,68 1,67 1,68 1,52 1,54 1,51 1,53 Óleo vegetal Kg 3,53 3,20 1,72 1,39 5,07 4,54 1,96 1,42 Calcário calcítico Kg 1,14 1,14 1,14 1,14 1,16 1,17 1,17 1,17 Cloreto de sódio Kg 0,40 0,40 0,40 0,40 0,40 0,40 0,40 0,40 DL-metionina Kg 0,14 0,16 0,14 0,16 0,12 0,14 0,11 0,14 Colina Kg 0,06 0,06 0,06 0,06 0,06 0,06 0,06 0,06 Premix mineral Kg 0,05 0,05 0,05 0,05 0,05 0,05 0,05 0,05 Premix vitamínico Kg 0,03 0,03 0,03 0,03 0,03 0,03 0,03 0,03 Surmax 100 Kg 0,005 0,005 0,005 0,005 - - - - Coxistac Kg 0,05 0,05 0,05 0,05 0,05 0,05 0,05 0,05 Inerte Kg 0,15 0,15 0,15 0,15 0,15 0,15 0,15 0,15 Total Kg 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 Composição E.M kcal/kg 3.100 3.100 3.007 3.007 3.200 3.200 3.040 3.040 P.B % 19,95 19,35 19,95 19,35 19,43 18,46 19,43 18,46 Cálcio % 0,94 0,94 0,94 0,94 0,91 0,91 0, 91 0,91 P. disponível % 0,40 0,40 0, 40 0,40 0,37 0,37 0, 37 0,37 Lisina total % 1,10 1,06 1, 09 1,05 1,07 1,00 1, 06 0,99 Sódio % 0,20 0,20 0, 20 0,20 0,20 0,20 0, 20 0,20 Metionina % 0,46 0,47 0, 46 0,47 0,43 0,44 0, 43 0,44 Met. + Cistina % 0,80 0,80 0, 80 0,80 0,76 0,76 0, 76 0,76 A avaliação do consumo de ração foi realizada a cada 7 dias, retirando-se a sobra dos comedouros e sub-traindo-se do total de ração fornecida. Foi obtido o con-sumo médio ave/dia usando balança digital com capa-cidade para 7,5 kg e precisão de 5 gramas. A conversão alimentar foi obtida pela divisão do consumo médio de ração pelo ganho de peso médio dos frangos. O cálculo do índice europeu de eficiência produ-tiva ou fator europeu de produção ocorreu em cada  parcela experimental aos 28, 35 e 42 dias de idade, pela fórmula citada por Cotta (1997), expressa por: F.P. = Gmd ×  Vb ×  E A ×  100 Sendo: diasem idade (kg) vivo peso  diáriomédioganhoGmd  ==     Ciênc. agrotec., Lavras. V.27, n.6, p.1401-1408, nov./dez., 2003 1404Vb = viabilidade (%) = 100 – (%) mortalidade alimentar  conversão1 alimentar eficiênciaEA ==   animal do  peso ração de consumo  alimentar Conversão  =  O rendimento de carcaça foi avaliado aos 42 dias de idade, quando foram separadas 78 aves, seis de cada tra-tamento, com peso médio representativo da unidade expe-rimental. As aves foram submetidas a um jejum de 12 ho-ras, sendo pesadas e abatidas Em seguida, foram sangra-das, depenadas, escaldadas e evisceradas. Após resfriamento a 0ºC por 24 horas, os depó-sitos adiposos que recobrem a parede abdominal, o inte-rior da cloaca e da moela foram retirados segundo o método proposto por Delpech e Ricard (1965), citados  por Cotta (1990), e pesados em balança digital com ca- pacidade de 1,5 kg e precisão de 1 grama. Para análise de rendimento, foi considerado o  peso da carcaça eviscerada e sem cabeça, pronta para comercialização. O peso das carcaças foi relacionado ao  peso vivo no momento do abate e convertido em por-centagens, sendo os depósitos gordurosos relacionados ao peso da carcaça. RESULTADOS E DISCUSSÕES Encontram-se na Tabela 3 os valores de ganho médio diário (g) de peso das aves, aos 28 dias de idade, que receberam dietas contendo diferentes níveis de en-zimas. A análise de variância não demonstrou diferen-ça (P > 0,05) entre as médias do fatorial e do adicional, indicando que o fatorial teve efeito semelhante ao tra-tamento adicional. Entretanto, houve interação signifi-cativa (P<0,05) entre os fatores avaliados. O estudo da interação enzimas x proteínas mostrou haver diferença no ganho de peso dos frangos tratados com níveis de enzimas apenas quando se usou proteína reduzida. Nes-se caso, a adição de 1,0g/kg de enzimas na dieta apre-sentou maior ganho de peso. Essas observações estão de acordo com as encontradas por Zanella et al. (1998), ao avaliar o mesmo complexo enzimático em rações à base milho e farelo de soja para frangos de corte no período de 22 aos 37 dias. Esses resultados confirmam os níveis recomendados pelo fabricante (1,0 g/kg) das enzimas e demonstram que dietas de menor densidade nutricional apresentam melhor resposta de desempenho devido à ação enzimática, que degrada e libera nutrientes conti-dos nos ingredientes das rações. O efeito dos níveis de proteína em cada nível de enzima revelou que não houve diferença quando a adi-ção foi de 0,5 g/kg de enzimas na dieta. Com adição de 1,0 g/kg, a menor proteína apresentou maior ganho e, com adição de 1,5 g/kg, a proteína mais alta promoveu maior ganho de peso.  TABELA 2    –   Composição da mistura de minerais e vi-taminas 1 . Ingredientes Unid. Por kg do produto Enriquecimento por kg de ração Cálcio (mg) 101.570 50.8 Cobre (mg) 20.000 10.0 Ferro (mg) 50.000 25.0 Iodo (mg) 2.400 1.2 Manganês (mg) 170.000 85.0 Zinco (mg) 100.000 50.0 Selênio (mg) 1.000 0.5 Vitamina A (UI) 32.000.000 9.600 Vitamina D 3  (UI) 6.000.000 1.800 Vitamina E (mg) 60.000 18.0 Vitamina K  3  (mg) 8.000 2.4 Vitamina B 1  (mg) 5.000 1.5 Vitamina B 2  (mg) 20.000 6.0 Vitamina B 6  (mg) 7.500 2.25 Vitamina B 12  ( µ g) 60.000 18.0 Ácido pantotênico (mg) 40.000 12.0  Niacina (mg) 120.000 36.0 Ácido fólico (mg) 2.500 0.75 Biotina ( µ g) 400.000 120.0 Antioxidante (mg) 125.000 37.5 1 Fórmulas e misturas preparadas por SENA Consultoria Ltda.  Na Tabela 4 encontram-se os valores das médias de conversão alimentar das aves aos 28 dias de idade, as quais receberam dietas contendo diferentes níveis de enzimas. A análise de variância não demonstrou dife-rença (P > 0,05) entre as médias do fatorial e do adi-cional, indicando que o fatorial teve efeito semelhante ao tratamento adicional. Entretanto, houve interação significativa (P<0,05) entre os fatores avaliados. O es-tudo da interação enzimas x proteínas mostrou haver   Ciênc. agrotec., Lavras. V.27, n.6, p.1401-1408, nov./dez., 2003 1405diferença na conversão alimentar quando se usou prote-ína reduzida. Nesse caso, a adição de 1,0 g de enzimas  por kg de dieta apresentou melhor conversão. Isso é atribuído ao maior ganho de peso das aves nesse trata-mento, e demonstra que as enzimas foram eficientes em proporcionarem melhor aproveitamento da proteí-na, pois as dietas continham níveis inferiores desse nutriente. TABELA 3  – Médias de ganho de peso diário (g), aos 28 dias. Proteínas (%) Níveis de Enzimas (g) 19,35 19,95 Médias 0,0** 65,204 0,5 64,121 a A  65,113 a A  64,617 1,0 69,405 a A  62,388 a B  65,897 1,5 61,134  b B  67,647 a A  64,391 Médias 64,887 65,049 65,027 *Dentro de cada coluna, médias seguidas de letras minúsculas distintas diferem significativamente (P<0,05) pelo teste de Tukey. *Dentro de cada linha, médias seguidas de letras maiúsculas distintas diferem significativamente (P<0,05) pelo teste F. **Adicional O efeito dos níveis de proteína em cada nível de enzima revelou que só houve diferença quando a adição foi de 1,5 g/kg de enzima na dieta, quando a maior proteína proporcionou melhor conversão. En-tretanto, o efeito dos níveis de energia em cada ní-vel de enzima revelou que não houve diferença entre eles.   A análise de variância não demonstrou diferença (P > 0,05) entre as médias dos valores de consumo mé-dio diário (g) de ração do fatorial e do adicional (Tabela 5), indicando que o fatorial teve efeito semelhante ao tratamento adicional. Os resultados do consumo de ra-ção estão de acordo com os observados por Lima et al. (1998), aos 28 dias de idade, usando níveis nutricionais isocalóricos e isoprotéicos em dietas à base de milho e farelo de soja suplementadas com um complexo multi-enzimático. TABELA 4  – Médias de conversão alimentar aos 28 dias. Proteínas (%) Níveis de Enzimas (g) 19,35 19,95 Médias 0,0** 1,793 0,5 1,852 a A  1,857 a A  1,855 1,0 1,758 a A  1,969 a A  1,864 1,5 2,025  b B  1,781 a A  1,903 Médias 1,878 1,869 1,854 *Dentro de cada coluna, médias seguidas de letras minúsculas distintas diferem significativamente (P<0,05) pelo teste de Tukey. *Dentro de cada linha, médias seguidas de letras maiúsculas distintas diferem significativamente (P<0,05) pelo teste F. ** Adicional TABELA 5  – Médias de consumo médio diário (g) de ração aos 28 dias. Níveis de Enzimas CR 0,0** 0,5 1,0 1,5 116,705 a  119,535 a  121,514 a  120,931 a  Médias 119,671 *Dentro de cada coluna, médias seguidas de mesma letra não diferem significativamente (P<0,05) pelo teste F. ** Adicional Os valores das médias do IEEP aos 28 dias de idade das aves que receberam dietas contendo diferen-tes níveis de enzimas são apresentados na Tabela 6. A análise de variância não demonstrou diferença (P > 0,05) entre as médias do fatorial e do adicional, indi-cando que o fatorial teve efeito semelhante ao tratamen-to adicional. Entretanto, houve interação significativa (P<0,05) entre os fatores avaliados. O estudo da intera-ção enzima x proteína mostrou diferença quando se usou menor proteína. Nesse caso, a adição de 1,0 g/kg
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